30 abril 2021

WALKING TOUR : 8 INCRÍVEIS PASSEIOS NO BRASIL E NO MUNDO

WALKING TOUR : 8 INCRÍVEIS PASSEIOS NO BRASIL E NO MUNDO

Já ouviu falar de walking tour

Vem comigo saber sobre esse jeito legal de visitar uma cidade. Nesse post, vou te apresentar 8 incríveis passeios no Brasil e no mundo dos quais já participei. 


Walking tour, passeios a  pé no Brasil e no mundo

Caminhar por uma cidade é a melhor maneira de conhecê-la e é nisso que se baseia o Walking tour,  nome em inglês de "passeio a pé com um guia". Esta modalidade tem sido, cada vez mais, procurada por viajantes pois nada melhor do que explorar um lugar conduzido por alguém - guia - que é morador do local e que, portanto, o conhece bastante. Durante o walking tour são abordados aspectos históricos da cidade, curiosidades e detalhes que sempre enriquecem seu conhecimento e que poderiam passar despercebidos se você estivesse sozinho. É comum, também, os guias darem dicas sobre restaurantes/padarias/bares legais, lojas interessantes para comprar souvenir e locais para curtir a noite.
Além disso, pode ser uma boa oportunidade para conhecer outros turistas e fazer amizades. 

Existem 2 tipos de walking tour: o free walking tour, onde não é estabelecido um preço, mas é sugerido que, ao final do passeio, cada participante deixe uma gorjeta com o valor que puder. Isso proporciona uma economia muito bem vinda, principalmente quando você está viajando fora do Brasil. O Free Walking, geralmente, dá uma visão geral do centro histórico da cidade. No Google, Instagram, Facebook e outros canais é feita a divulgação do endereço do ponto de encontro, os dias, os horários, roteiro do tour e o idioma do guia. Em alta estação, muitas vezes, é necessário fazer reserva para garantir seu lugar.  E no dia é só comparecer ao local e aproveitar.    

Há, também, o walking tour organizado por uma empresa ou por guias independentes. Nesse tipo, cada tour tem um roteiro e preço já estabelecido. Nessa modalidade de passeio, o guia fala de aspectos mais específicos, aprofunda a informação, conta "segredinhos" da história.  O walking tour pode ser em grupo, geralmente com nº pré determinado de participantes, ou privativo, e na maioria dos casos, a compra é feita com antecedência.

Para nós, caminhar pelas cidades que visitamos é algo que faz parte de todas as nossas viagens pois gostamos de ir apreciando tudo sobre o novo local onde estamos e aproveitando pra nos localizarmos. Geralmente, fazemos todas as atividades por nossa conta baseados no que pesquisamos ao planejar a viagem. No entanto, já participamos de alguns walking tours e posso garantir que foram experiências muito ricas, nos dando uma visão mais detalhada/aprofundada do lugar.  


Walking Tour em Brasília

Através da caminhada pela Superquadra Sul 308 - Quadra Modelo - pudemos entender a concepção da construção de Brasília. Os guias nos falaram sobre o conceito de "unidade de vizinhança" que foi popularizado por Lúcio Costa, na superquadra. A ideia era que quatro quadras seriam suficientes para compor uma unidade de vizinhança. Assim, o morador não precisaria usar carro nem sair da "super quadra" pois lá ele encontraria tudo que precisasse: escola, praça, biblioteca, clube, posto de saúde, igreja, comércio etc... Havia também o projeto de Lúcio Costa chamado "cidade parque" que propunha a integração entre as construções e a natureza, e por isso, entre os prédios, foram construídas praças e pátios internos que, também, são recursos de ventilação. Burle Marx, além de projetar a plantação de árvores frutíferas, também criou espaços lúdicos para que adultos e crianças interagissem. Privilegiando o contato/relacionamento entre vizinhos, os prédios não foram construídos com salão de festas ou playground.  Vimos também a chamada "Escola Parque" projeto do educador Anísio Teixeira que oferecia a educação em tempo integral. Infelizmente, o funcionamento não se dá como na época inicial.


Walking Tour: passeios a pé no Brasil e no Mundo
Walking Tour em Brasília



Free Walking Tour em POA

Encontramos os guias no Mercado Municipal de Porto Alegre e, após o almoço, fomos passear pelo centro histórico da cidade, não sem antes ouvir um pouco sobre o mercado, que data de meados do séc. XIX e funciona como um centro de abastecimento. Restaurantes, bares e lojas de artesanato estão ali estabelecidos há muitos anos. No trajeto pudemos observar vários prédios históricos preservados. Chegamos à Praça da Alfândega onde, desde 1955, ocorre uma famosa Feira do Livro. Cercada por prédios imponentes, entre eles o do belíssimo Santander Cultural, local que abrigou o banco de mesmo nome. De lá, seguimos caminhando até a linda Praça da Matriz onde se destacam o Teatro São Pedro, a  Catedral Metropolitana, com uma cúpula muito bonita, a sede do governo, no Palácio Piratini, além da Assembléia Legislativa. Finalizamos nosso free walking tour em um dos cartões postais de POA, o  viaduto da Borges, que tem traços arquitetônicos diferenciados, tais como, escadarias laterais para que pedestres, que estão na rua de baixo, acessem o viaduto. Em suas arcadas há lojas variadas.   


Walking tour, passeios a pé no Brasil e no mundo
Walking tour em Porto Alegre



Walking Tour - Art Deco

Para quem, como eu, é amante desse estilo arquitetônico, foi uma experiência muito legal caminhar pelas ruas do bairro de Copacabana descobrindo edifícios com traços característicos do estilo art déco. Observamos não só as fachadas, mas também, pudemos visitar o hall social de cada um.. Uma aula que envolveu  história, política, contexto social e arquitetura  sob o comando do professor, historiador e guia de turismo Milton Teixeira. A caminhada durou uma tarde e foi muito rica, nos fornecendo informações que me possibilitam, hoje, sozinha, identificar o art déco em várias construções, nos mais diferentes lugares. 


Walking Tour: passeios a pé no Brasil e no Mundo
Walking tour Art Deco no Rio de Janeiro



Walking Tour - Circuito Lapa Tiradentes

Em uma manhã de sábado, voltamos ao Rio de final do século XIX junto com um grupo de guias da Liguia [ Liga Independente dos Guias de Turismo do RJ] e  revivemos a época de apogeu da Praça Tiradentes e seu entorno. O Teatro João Caetano e o Teatro Carlos Gomes, 2 importantes teatros onde grandes espetáculos foram encenados, ainda hoje funcionam. O nome da praça homenageia Tiradentes que foi executado ali perto. A estátua mais antiga da cidade - D. Pedro I segurando a Constituição de 1824 - encontra-se no meio da praça . Foi muito rico entender o contexto social da época e saber da evolução para o que vemos hoje.  Muitos sobrados e pequenos prédios do século XVIII, se adaptaram para abrigar lojas de comércio, bares e restaurantes. Algumas dessas construções já passaram por processo de restauração. Nosso roteiro incluiu também a visita :  

1] CRAB [ Centro de Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro], onde foi possível apreciar belíssimas peças de artesanato de diferentes regiões do país. 

2] Feira do Lavradio/Feira do Rio Antigo [ famosa feira de antiguidades que ocorre todo primeiro sábado do mês, na rua do Lavradio, no centro do Rio. 

3] a Catedral do Rio 

4] Fundição Progresso, casa de shows e centro cultural, nas instalações da antiga fábrica de fogões Progresso. Palco de shows fantásticos de Cazuza, Cássia Eller   

5] Arcos da Lapa, antigo aqueduto que levava a água do rio Carioca para a cidade. O bondinho de Santa Teresa passa em cima dele .

6] Escadaria Selarón. escadaria que liga o bairro de Santa Teresa à Lapa. Ela se tornou ponto turístico e ficou famosa pelo trabalho do artista chinelo Selaron. Ele morava em uma das casas da escadaria e a revestiu com mosaicos de ladrilhos dos mais diferentes lugares. Inicialmente, fez esse trabalho com seu próprio dinheiro e depois passou a receber ladrilhos de presente. A  escadaria foi tombada pela prefeitura em 2005. Em 2013, Selaron foi encontrado morto na escadaria.      


Walking Tour: passeios a pé no Brasil e no Mundo
Walking Tour, Circuito Lapa Tiradentes


Walking Tour -  Paraty 

Em frente à Igreja Nossa Senhora dos Remédios, na Praça Matriz, encontramos nossa guia. A conversa teve início com o relato sobre o começo do povoamento do vilarejo no Morro do Forte. Por volta de 1636, o crescimento já tinha ocorrido de tal forma, que Maria Jácome de Melo doou parte de suas terras para que o novo povoado fosse construído. Ela estabeleceu, como condição, que uma capela para Nossa Senhora dos Remédios fosse erguida nessa nova área. Donde se conclui que Paraty começou onde está a praça. A igreja atual é a terceira construção e a santa é a padroeira da cidade .

Caminhamos por Paraty mergulhando em sua história.  Fomos desde os telhados com eira e beira e do calçamento pé de moleque aos símbolos da maçonaria nas fachadas dos sobrados.  Do ciclo do ouro ao do açúcar e café. Paraty foi porto importante para escoamento desses produtos, além de ponto de desembarque clandestino de escravos. Sofreu um grande período de abandono após a abolição da escravatura. A construção da rodovia Rio/Santos contribuiu para que, na década de 1970, Paraty vivesse a retomada do desenvolvimento, graças ao turismo. Foi enriquecedor ouvir de nossa guia tantas histórias como a de cada igreja e observar o belo conjunto arquitetônico. Muitas casas, hoje, abrigam pousadas, ateliers, restaurantes, bares, pizzarias, lojas de artesanato e de comércio em geral.  

Segundo os guias, o título de Patrimônio Cultural e Natural pela Unesco, que Paraty e Ilha Grande receberam, só reforçará o compromisso de preservação dessa imensa riqueza histórica.  


Walking Tour: passeios a pé no Brasil e no Mundo
Walking tour em Paraty


Walking Tour Marrocos - Fez, Marrakech e Méknes 

Na viagem que fizemos ao Marrocos, estávamos em um tour privativo e a empresa contratou guias para nos levar o walking tour em Meknes, em Fes e em Marrakech. Todos falavam português e nos conduziram pelos labirintos das medinas e principais pontos turísticos, tornando nossa experiência mais completa. 

Cada uma dessas cidades merecia, de fato, uns dias de walking tour tamanha a riqueza de atrações, construções, história e detalhes arquitetônicos. Selecionei o de Fez para contar pra vocês.  

Fes

No caminho para o local onde encontraríamos a guia, paramos no Palácio Real, onde só é possível apreciar a parte externa. 

Antes de entrarmos na medina Fez El Bali [centro histórico cercado de muralhas], nossa guia nos explicou que ela é a maior do mundo árabe, data do século IX e é Patrimônio Mundial da Unesco.

O portão Bab Bou Jeloud/Portão Azul é uma das entradas da medina, um dos pontos turísticos e uma referência para combinar encontros e para encontrar a saída. Enfim, sempre ajuda os turistas a se localizar.  

Algumas ruas e becos são bem estreitos e tudo é muito movimentado com grande circulação de turistas, de moradores da cidade, que vão lá para fazer compras, mas também de marroquinos que moram na medina. Ali não circula carro, porém as motos e os burricos transportam de tudo. Ao invés da buzina, eles falam alto balak balak, balak .... e é melhor sair logo da frente e dar passagem.  

O walking tour pela medina de Fez incluiu a visita a um atelier de mosaicos, a  Madraça Attarine [ escola de religião corânica, tipo colégio interno, onde os alunos também moravam] considerada a mais bonita de Fes. Uma da coisas mais incríveis foi circular pelas vielas super estreitas e pelas duas ruas principais da medina : Talaa Kebira e Talaa Seghira. Repletas de lojas vendendo todo tipo de mercadoria : luminárias maravilhosas, pashminas de tecidos lindos,  bolsas e puffs de couro, babouches, azeitonas, tâmaras, carne de camelo, cerâmicas, almofadas, souvenirs, pães, temperos super coloridos e muito mais. A Universidade Al Karaouine - mais antiga [859 d.C.] - só pudemos olhar de uma das portas pois só muçulmanos entram. Achamos demais conhecer como funciona um tradicional hammam [banho turco]. Outro lugar bem típico do Marrocos é o curtume e nós fomos ao famoso curtume Chouwara, onde o couro é trabalhado e tingido de forma artesanal desde a Idade Média. É muito legal de ver, mas o cheiro bem forte e desagradável. Ainda bem que eles dão umas folhinhas de hortelã para cheirar. Para finalizar o  walking tour, pegamos o carro, subimos uma montanha e de lá desfrutamos da vista panorâmica da imensidão que é a medina.  


Walking tour, passeios a pé pelo Brasil e pelo mundo
Walking tour em Fez no Marrocos.


              

Walking Tour - Cusco 

A riqueza da história de cada monumento em Cusco é tão grande que um walking tour pela cidade é essencial, mas o tempo era bem curto para tudo que queríamos fazer por lá, então tivemos que priorizar e, na cidade de Cusco só visitamos Koricancha com o guia. 

Super orgulhoso em nos apresentar a cidade, o guia iniciou nos contando que Koricancha foi um templo inca dedicado a Inti, o Deus Sol. Construído no século XV, como um local de oferendas e adoração, era um dos templos mais ricos da cidade, com paredes revestidas de ouro e pedras preciosas, além de altares nesse metal nobre. Em seus jardins havia, também, estátuas de animais e plantas, em tamanho natural, feitas em ouro. Os espanhóis saquearam o templo e construíram, por cima, o convento de Santo Domingo, em 1540. Os colonizadores ao invadirem as terras conquistadas destruíam totalmente ou parcialmente os prédios e templos mais importantes e em seu lugar construíam igrejas/conventos. Uma forma de mostrar seu poder e domínio. 

As construções incas são belíssimos exemplos de sabedoria com engenharia sofisticada. As janelas desses 3 templos estão alinhadas de tal maneira, que a luz do sol passava através delas durante o solstício de verão, de forma perfeita. O formato das janelas e das portas é trapezoidal e os corredores são ligeiramente inclinados, o que dava uma solidez a essas construções que não desmoronaram com os terremotos, ao passo que muitas construções espanholas vieram abaixo. Aliás, foi após o terremoto de 1950 que as ruínas de Koricancha foram conhecidas. Hoje, essas 2 construções convivem em harmonia e encantam os visitantes.    

 

Walking tour em Cusco, Peru
Walking tour em Cusco, Peru

Walking Tour - Campo de Concentração de Auschwitz

Fiz de tudo para visitar Auschwitz por conta própria, mas quando vi que seria inviável, apelei para o walking tour oferecido por uma empresa. No único dia que eu podia participar do passeio, ele não estava disponível em espanhol, então lá fui eu de inglês mesmo. Ao chegar em Auschwitz, você pode fazer a visita sozinho circulando no seu ritmo, e assim, conhecer todos os espaços. Mas é bem melhor pagar para fazer com os guias do local.  

Já aqueles que optaram pelo walking tour, encontram a guia num determinado local e ela conduz os participantes, priorizando alguns lugares para seguir o roteiro, numa ordem significativa, para entendimento de toda a história.  

Sempre li muitos livros sobre a Segunda Guerra Mundial e acho que, visitar o memorial às vítimas dessa barbárie, que foi o holocausto, avivou, em mim, o sentimento de ser também responsável por não deixar que se esqueça do que aconteceu. Pensei que prestaria uma homenagem aos que por ali passaram, mas quando lá cheguei, a emoção foi bem maior do que eu imaginava sentir, especialmente, quando vi o trem e a placa "Arbeit Macht Frei" [o trabalho liberta]. Na minha cabeça passou um filme que juntava o que já tinha lido em vários romances sobre o holocausto, assim como visto em filmes.   

Auschwitz foi o maior campo de concentração. Na verdade, um campo de extermínio. Seu funcionamento teve início em 1940 e foi ali que usaram, pela primeira vez, nas câmeras de gás o Zyklon B um tipo de gás altamente letal que provocava convulsões e outros tipos de sofrimento.  

Desde 1947, Auschwitz funciona como museu e, em 1974, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

O tour em Auschwitz teve início pela área dos prédios de tijolinhos. Cercados por arame farpado, eles eram numerados e destinados a públicos específicos, por exemplo: para o bloco 24 foram levadas as prisioneiras que, além de serem obrigadas a se prostituir, também serviram como cobaias de experiências médicas muito cruéis. 

Entramos em alguns blocos onde estão expostos os mais diferentes materiais. Em um deles, vimos os objetos que eram confiscados, assim que os prisioneiros chegavam ao campo: malas, sapatos, óculos... Em outro, fotos dos prisioneiros com data de chegada ao campo e data de falecimento. Numa sala, os poucos pertences - canecas e pratos - dos prisioneiros no período que estiveram lá.

Vimos o muro da Morte, onde alguns prisioneiros eram fuzilados, localizado entre os blocos 10 e 11.

Depois tomamos um ônibus, que circula entre os campos de Birkenau e Auschwitz, fomos conhecer a outra parte onde está o trem e a estrada ferroviária que trazia os prisioneiros de diversas cidades europeias. Ao descerem do trem, eles eram imediatamente separados: a maioria para as câmeras de gás e outros para o trabalho forçado. 

Aqui, as construções são grandes barracões de madeira e de alvenaria. Os crematórios e câmeras de gás foram demolidas pelos alemães a medida que os aliados foram avançando.

Ao final do walking tour em Auschwitz, pegamos o ônibus amarelo e retornamos para pegar a van e seguir para Cracóvia.          

Walking Tour em Auschwitz, Polônia.
Walking Tour em Auschwitz, Polônia.


                                                    FOTOS: J.C. ALVAREZ


Esse post faz parte da Blogagem coletiva com o tema Walking Tour. Se você também é desse time que ama caminhar, vai gostar de saber sobre walking tour em cidades brasileiras, europeias e norte americanas.  



1] Elizabeth Werneck - City tour a pé gratuito ? Descubra o Free Walking Tour e economize nas viagens.

2] Viajante Móvel - O que fazer no Brooklyn em Nova York: Walking tour  

3]  Primeiro as DamasWalking Tour em Copenhaguen : o que fazer na capital da Dinamarca a pé.

4] Experiência Bárbara - O que é free walking tour ? Vale a pena incluir no roteiro ? 

5] 6 Viajantes : Walking Tour guiado pelo bairro histórico de Colônia Del Sacramento

6] Dani Turismo  - Walking tour em Ilhéus : a cidade de Jorge Amado

7]  Let's Fly Away - Centro histórico de Paraty : walking tour para conhecer seus segredos. 

8] Uma Viagem Diferente - Walking Tour: roteiro a pé em Brasília

9] Recordações de Viagens - Roteiro a pé por Viena 






  1. Uau! Adorei o post! Walking tour é bom demais, né? E tem tanta gente que não conhece esse na modalidade Free...
    Fiquei com muita vontade de fazer esse Walking tour temático de Art Deco. Já vou até me organizar para tal.
    Lendo seu incrível texto, eu recordei de um Walking Tour que também fiz pela Medina de Fez, no Marrocos. Se eu não tivesse o guia, era provável que estaria perdida na medina até hoje, de tão difícil se deslocar por ali. heheh. Amei suas dicas, beijinhos.

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    1. Sem guia em medinas marroquinas é quase impossível circular. Depois do walking tour nós voltamos a circular pela medina mas só percorríamos as ruas principais, não entrávamos em nenhuma rua perpendicular. Esse tour Art Deco é oferecido pelo Tour Casas e Predios antigos e pelo prof. Milton Teixeira da rádio BandNews.

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  2. Eu amo explorar a pé as cidades que visito, e fica melhor ainda quando os passeios são guiados.
    Também participei de um walking tour em Cusco e foi sensacional, aprendemos um monte sobre a cultura inca.
    Fiquei louca para participar de cada um dos outros walking tour que tu sugeres no post! Adorei.

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  3. Eu amo explorar a pé as cidades que visito e isso é ainda melhor quando há um guia contando histórias e curiosidades locais.
    Também participei de um walking tour em Cusco e foi sensacional, aprendemos muito sobre a cultura inca.
    Fiquei doida para participar de cada um dos outros walking tour que tu sugeres no post!

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    1. Ler as experiências de outros viajantes sempre nos inspira, né ? Beijocas

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  4. Quantas dicas maravilhosas de walking tour no Brasil e no exterior. Fiquei com muita vontade de fazer esse passeio pela arquitetura de Copacabana. Um passeio perto de casa e que não conhecia até ler o seu texto! Sem dúvidas, como você bem mostrou, a visita guiada é uma ótima forma de se conhecer uma cidade.

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    1. Esse tour em Copaacabana vale muito pois passamos a admirar essa arquitetura em outros bairros cariocas e em outras cidades também. beijocas

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  5. Que vontade de fazer esses passeios a pé no Brasil e no Mundo! Amei sua seleção. Já fiz o walking tour pela Quadra 308 de Brasília e realmente valeu a pena! Vou usar suas dicas para caminhar por Porto Alegre!

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  6. Eu também fiz questão de fazer o walking tour em Auschwitz, mas ao contrário de você queria em inglês e só consegui em espanhol!
    Acho que nesse caso ter um guia deixou a visita muito mais completa. Não teríamos nos atentado para muitas coisas sem ele.

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  7. Muito bacana todos esses walking tours que você fez. Adoraria fazer o de Cuzco e do Marrocos, duas cidades que ainda não conheço e estão na minha lista!

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  8. Eu adoro fazer walking tour durante as viagens, pois sempre abre a mente para o funcionamento das cidades e como circular com mais facilidade, sem contar com a história cultural do lugar.
    Achei o máximo o de Art Decor que você fez! Amo arquitetura!

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  9. AMEI a sugestão de walking tour para conhecer edifícios Art Deco no Rio de Janeiro! Nunca havia pensado nisso e agora já estou sonhando com a minha próxima visita à cidade! Obrigada pelas ótimas sugestões!

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  10. Eu adoro conhecer e curtir a vibe da cidade que estou visitando a pé, por isso sempre procuro fazer um walking tour , aliás sempre ando muito quando estou viajando. Acho que é a melhor forma de conhecer lugares diferentes. Dessa sua lista de passeios no Brasil e no mundo já fiz alguns e já anotei outros. Adorei!

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  11. Quantas dicas bacanas! Walking Tour é um dos tipos de passeio mais incríveis e que melhor nos aproxima das cidades. Adorei saber dos 8 que você menciona, e os que eu mais queria fazer é o de Cusco e Marrocos.

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  12. Lilian adorei todos os passeios que vc fez pelo Brasil e pelo mundo. Eu particularmente curto muito fazer walking tour em minhas viagens, acho que vc acaba vendo muito mais coisas, né?

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  13. Eu adoro passear a pé pelas cidades que eu visito. Amei estas dicas de walking tours gratuitos. Obrigada por compartilhar

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  14. Que post super completo. Parabéns. Adorava uma dia conseguir fazer um walking tour por Marraquexe.

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  15. Walking tours são a melhor maneira de conhecer um lugar, na minha opinião. É nossa maneira favorita de explorar os destinos sem pressa, seja no Brasil ou no exterior.

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  16. Eu adoro free walking tour seja no Brasil ou no mundo e já fiz vários e adorei cada um deles.

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  17. Amo conhecer os lugares através de walking tour. Achei a sua seleção muito boa. Walking tour é muito comum na Europa, mas por aqui, sempre fiz os percursos sem guia. Adorei as suas indicações.

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