PASSEANDO PELA CIDADE DE PARATY

Chegamos a Paraty por volta do meio dia de uma sexta feira ensolarada de Abril, e fomos direto ao centro, ávidos por rever a cidade. 
Ficamos felizes em ver que estava bem conservada e, em vários locais, havia operários refazendo calçamento, cimentando meio fio, podando árvores, cuidando de canteiros de flores.

Se é verdade que existe outra vida, eu posso afirmar que vivi numa cidadezinha assim. Quando chego, parece que retornei ao lar depois de longo tempo ausente. Gosto de percorrer cada rua, olhar tudo com atenção, como se quisesse me certificar que tudo está ali do jeito que deixei.   



Apesar da cidade estar cheia de turistas é possível, durante o dia, caminhar pelas ruas quase desertas. É que todos estão em passeios.

A cidade merece ser apreciada com tranquilidade, e esse é um ótimo momento pra isso.
 O casario colonial tem portas e janelas em cores fortes, o que confere um charme ao conjunto.

Várias casas, hoje, abrigam restaurantes, pousadas, lojas e hotéis.

O ganho com essa ocupação é a preservação desses imóveis.

Abaixo, nesse lindo sobrado, fica a Pousada do Sandi.


A Casa de Cultura de Paraty funciona neste outro sobrado que foi restaurado através da parceria de várias empresas.



A Casa de Cultura é um imóvel bem amplo, com espaço de exposição no térreo e 1º andar, café e salas de aula. Aí, são, também, oferecidos cursos de música e artes.

Essa era a exposição da obra de Alcides Algodão, morador de Paraty, assim conhecido por ter nascido na ilha do Algodão. Seu Alcides trabalhou com pesca, mas, para aumentar sua renda, passou a trabalhar com madeira, produzindo utensílios de casa, e, pouco a pouco, foi fazendo barquinhos, canoas etc...





No andar superior, a exposição "Paraty de Todos os Santos": oratórios, painéis, santos em cerâmica e madeira.




Fiquei apaixonada por essa livraria, Livraria das Marés, um projeto arquitetônico moderno que valoriza a construção colonial. 

Logo na entrada, estão expostos vários livros sobre Paraty. Alguns abordam informações históricas, outros são só de fotos .

Não resisti a tentação e comprei uma caderneta de anotações, confeccionada pela própria livraria. As capas reproduzem cenários de Paraty. Eu escolhi o caderninho abaixo, com o Centro Histórico.   





O lugar é amplo, tem uma grande variedade de livros e, além de ser um espaço agradabilíssimo, ainda conta com um café.




Do mesmo proprietário da livraria, o restaurante Quintal das Letras mantém o mesmo estilo arquitetônico sofisticado.



Quando a noite chega, é um outro tipo de beleza com a iluminação das luminárias antigas.

Vários restaurantes, pizzarias, sorveterias e cafés colocam as mesas na rua e a noite fica animada.

Essas mesinhas coloridas são da sorveteria La Señorita, Paletas Mexicanas.
Preciso confessar que estou viciada nessa maravilha chamada "paleta", mas as dessa sorveteria são irresistíveis, em especial, a de sabor Ferrero Rocher com cobertura de chocolate branco.



Passeamos pela beira do rio Pequerê-Açu que fica lindo com várias embarcações ancoradas em suas margens e os mais diferentes reflexos.



Olha a tranquilidade desse amiguinho que também gosta de ver os turistas pra lá e pra cá.



Finalizamos nossa noite fotografando igrejas.

Igreja de Santa Rita.



Igreja Nossa Senhora das Dores.







FOTOS : J.C. ALVAREZ

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