LISBOA 4º DIA BELÉM



Para chegar até Belém, pegue o ônibus comprido amarelo 15, na praça da Figueira, pois, esta, é a parada inicial. Nas paradas seguintes, entram muitas pessoas e o "autobus" vai bem cheio. 
Essa praça é aquela que tem a estátua de D.João I no cavalo. 


Foto do blog  www.lisboa366.blogspot.com

Foto do site www.pt.wikipedia.org




 Belém fica distante da área turística de Lisboa. Então, no dia em que fizer esse passeio, aproveite para passar o dia na região e conhecer outros atrativos além do Mosteiro dos Jerônimos. 


O Mosteiro é considerado monumento nacional e Patrimônio Mundial da Unesco.

Foi D.Manuel I quem pediu à Santa Sé para construir um mosteiro nesse local, que, na época, era a entrada para a cidade de Lisboa. Sua construção teve início em 1501 e levou quase um século para ser concluída. Em 1860, foi iniciada a 1ª reforma, mas, ao longo dos anos, várias outras pequenas modificações foram feitas. Foi ocupado, por quase quatro séculos, pela ordem dos monges Jerónimos. Quando foi decretada a extinção das ordens religiosas em Portugal, o Mosteiro passou a ser um bem do Estado.



































Essa é a igreja do Mosteiro. Ela não fica dentro do Mosteiro, e sim do lado direito de quem entra. Não perca, pois é muito bonita e lá está o túmulo de Vasco da Gama.









Túmulo de Vasco da Gama


Ali, bem perto, está o Monumento aos Descobrimentos
Para chegar até ele, é só atravessar uma praça bem bonita, que está em frente ao Mosteiro.












Esse monumento, em forma de caravela, foi construído como uma homenagem à todos que participaram dos descobrimentos feitos pelos portugueses.




Em seguida, fomos caminhando até a Torre de Belém, um símbolo de Lisboa, que, quando foi construída na margem direita do rio Tejo, ficava totalmente envolta por água.
Hoje a praia de Belém chega até a Torre.

Foi eleita como uma das 7 maravilhas de Portugal.












É interessante comprar o ingresso conjunto por 10 euros pois dá direito a entrar no Mosteiro e na Torre de Belém. 



A Torre foi construída estratégicamente na entrada do rio Tejo pois, desse local, seria possível identificar a chegada de embarcações de outros países.



Em um determinado momento serviu como prisão e é possível visitar as masmorras que ficam no subsolo.







A vista das torres mais altas é muito legal: de um lado, a ponte 25 de Abril; e do outro, a Fundação Champalimaud.







Há um ótimo calçadão para caminhar do Padrão dos Descobrimentos até a Torre de Belém e desta até a Fundação Champalimaud.







A Fundação Champalimaud é uma fundação médica portuguesa criada para promover a investigação científica sobre o câncer e neurociências. Seu criador foi o empresário António de Sommer Champalimaud. O prédio é uma construção moderna com centro de pesquisa, centro de tratamento, auditórios, jardins e anfiteatro.


Outro lugar muito interessante nessa região é o Centro Cultural Belém. Não entramos para conhecer o espaço, apenas circulamos pelas lojas: livraria Bertrand, Coisas do Arco do Vinho, Galeria de Arte, loja de artesanato, entre muitas outras. O museu Berardo faz parte desse centro, que inclui ainda restaurantes, teatro, sala de música etc...










Depois de muito passear e já cheios de fome, fomos conhecer a Casa Pastéis de Belém.






Quando vimos a quantidade de pessoas em pé ao balcão, pensamos que não seria daquela vez que iríamos experimentar os famosos pastéis. Mas, logo nos convidaram para entrar e sentar [ótimo convite após um dia inteiro caminhando]. Fomos entrando, entrando, e, depois de passar por vários salões, finalmente chegamos.  










Todos os salões têm essa decoração, isto é, meia parede e painéis com cenas em azulejos.
Os pastéis maravilhosos são servidos morninhos e é impossível não repetir !

Experimentamos, também, os bolinhos de bacalhau. Igualmente deliciosos !




FOTOS: J.C. ALVAREZ



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